
Baseado na conceituada obra de Eça de Queiroz, publicada em 1878, o filme aborda o amor, tema universal e atemporal. No roteiro, Deborah Falabella vive Luísa, típica mulher dos anos 50 que é casada com Jorge (Reynaldo Gianechini). Mas logo no início da trama ela reencontra Basílio (Fábio Assunção), seu primo e grande amor do passado. Não demora muito para que seu marido engenheiro seja chamado para viajar para monitorar as obras da construção de Brasília. A frágil e carente Luísa fica só e engata um grande romance proibido com seu primo. Mas é quando a sua empregada Juliana (Glória Pires) descobre o segredo da patroa e começa a chantageá-la, que Luísa precisa encontrar o jeito pra manter o seu casamento.
Direção: Daniel Filho
Roteiro: Euclydes Marinho
Gênero: Drama
Gênero: Drama

Já no livro a época em que se passa o drama em quase no final de 1800 e alguma coisa (diferente do filme que se passa na década de 50), pois o Jorge mandava noticias de onde ele estava através de cartas. Durantes as viagens de Jorge a Luisa ia ao encontro de Basílio de carruagem.
Porém tanto faz para quem optar em ver o filme ou ler o livro, a história e maravilhosa engraçada e intrigante.
Eu fiquei curiosa em ler o livro através da novela “Sinhá Moça” se eu não me engano, na qual a personagem da Íris Valverde a “Ana do Véu” lia um livro na cozinha quando a mãe dela chega de repente e pega lendo o livro proibido do Eça de Quierós. Quando ela tira o livro das mãos da filha e adverte ela, a mãe passa a ler, e quando ela lia as páginas arrancava suspiros e se abanava.
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